Empresas: as mais estranhas mudanças de nome dos últimos anos
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A Fortune foi em busca de empresas que decidiram lançar um novo nome – ficando aquém das expetativas. Conheça algumas.

A Yahoo (NASDAQ: Yahoo! [YHOO]) anunciou há algum tempo que nomeará o que restar da sua empresa, após possível venda (agora mais incerta), de Altaba – nome que não reuniu grande entusiasmo entre seguidores. Entretanto, a Fortune revisitou outras empresas que decidiram lançar um novo nome – ficando aquém das expetativas. Conheça algumas.

A Tribune Publishing alterou o seu nome para tronc em 2016

Sim, não é erro de digitação. Há meio ano, a cadeia de jornais Tribune Publishing (NASDAQ: TRNC) decidiu renomear-se tronc Inc. enquanto tentava afastar uma aquisição hostil da Gannett (NYSE: Gannett [GCI]). O rebranding foi uma espécie de promessa – em como a Tribune iria inovar com tecnologia atual e começar a utilizar aprendizagem de máquinas e inteligência artificial no seu “mecanismo de monetização de conteúdo.”

A Google passou a deter uma empresa-mãe com o nome Alphabet em 2015

Alphabet (NASDAQ: Alphabet Class A [GOOGL]) é um nome bastante inofensivo. No entanto, para alguns críticos, a decisão de utilizar um novo nome para a empresa-mãe da Google pareceu um pouco arbitrária. Alguns brincaram com o facto do nome ser bastante infantil para uma empresa de tecnologia com uma capitalização de mercado que, à data, excedia 300 mil milhões de dólares. Hoje vale mais de 560 mil milhões de dólares.

A Gannett autonomizou o seu segmento de media digital e deu-lhe o nome de Tegna em 2015

Quando a editora do USA Today decidiu autonomizar o seu segmento de media digital, criou um novo nome rearranjando algumas das letras do seu próprio nome. O CEO da altura, Gracia Mortore, avançou que o nome era “um aceno aos mais de 100 anos de história da Gannett.” Diversos seguidores da empresa não conseguiram associar o novo nome a uma herança de um século.

A Netflix renomeou o seu serviço de DVD por correio de Qwikster em 2011

Reed Hastings, CEO, anunciou em setembro de 2011 que iria separar os dois segmentos da empresa (NASDAQ: Netflix [NFLX]): o serviço de DVD por correio e o serviço de streaming. O primeiro teria o nome de “Qwikster” para refletir as rápidas entregas da empresa. Ao fazê-lo, no entanto, a empresa abandonou mais de uma década de marca – e enfureceu os consumidores com o aumento de preços associado à divisão. Meses após o anúncio o CEO viu-se forçado a retroceder.

De Blackwater a Xe Services em 2009 e depois a Academi em 2011

Em 2009 o nome Blackwater tornou-se tóxico para a empresa de serviços militares privados. Cinco dos seus colaboradores foram indiciados em 2007 em relação às mortes de 17 civis iraquianos desarmados – forçando a empresa a mudar o nome para Xe Services numa tentativa de se distanciar da controvérsia. Em 2010 a empresa foi vendida a um grupo de investidores privados e o seu nome foi novamente alterado para Academi. O CEO nessa altura, Ted Wright, avançou ao Wall Street Journal que estava a tentar tornar a empresa mais “chata”.

A Philip Morris tentou mudar a sua imagem pouco saudável ao alterar o nome para Altria em 2003

Noutros tempos, as ligações do tabaco ao cancro não eram bem conhecidas e Philip Morris (NYSE: Philip Morris International [PM]) era um nome perfeitamente viável para uma empresa. Depois 1994 teve lugar e o público virou-se contra grandes tabaqueiras no meio de revelações que sugeriam que a nicotina era viciante e que os cigarros podiam causar cancro do pulmão. Em 2003, a Philip Morris quis que os seus consumidores soubessem que era “mais do que uma empresa de tabaco”. Adotou o nome Altria e emparelhou-o com um logótipo que não fazia qualquer referência às suas raízes enquanto tabaqueira.

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