20 Fotografias que explicam a premência do Acordo de Paris
Lucy Nicholson/Reuters
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Fotografias que mostram o impacto do Homem na Terra

O presidente Donald Trump anunciou ontem a saída dos EUA do Acordo de Paris. O acordo internacional, que foi assinado por todos os países do mundo exceto pela Nicarágua e Síria, estabelece um enquadramento para os países reduzirem as suas emissões de gases com efeito de estufa para evitar que a temperatura global do planeta aumente.

Desde a revolução industrial que o Homem tem tido inconfundível impacto na Terra – que tem acelerado ao longo do tempo. Este impacto é evidente quando se considera a coleção de imagens que se segue, que comparam como áreas específicas se encontram agora e como se encontravam há anos.

Em alguns casos as fotografias foram tiradas com 50 anos de intervalo. Em outros casos, foram tiradas com apenas 10-15 anos de diferença.

Fotografias tiradas entre 1940 e 2000 mostram o drástico impacto das mudanças climáticas nos glaciares do nosso planeta. Segue-se uma fotografia do Glaciar Muir no Alasca, retratado em agosto de 1941 (esquerda) e agosto de 2004 (direita).

20 Fotografias que explicam a premência do Acordo de Paris

A neve que resta na Montanha Matterhorn na Suíça, em agosto de 1960 (esquerda) e agosto de 2005 (direita).

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A partir da década de 1970, a NASA começou a utilizar imagens de satélite para documentar a desflorestação em diversos parques nacionais à volta do mundo. Segue-se o Parque Nacional Mount Elgon no Uganda em 1973 (esquerda), e em 2005 (direita).

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A desflorestação da Floresta de Salta, na Argentina, é bem visível neste par de fotografias de 1972 (esquerda) e 2009 (direita).

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Mais desflorestação na Floresta de Mau no Quénia nestas fotografias de janeiro de 1973 (esquerda) e dezembro de 2009 (direita).

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Aplica-se uma história semelhante ao Parque Nacional Lago Nakuru no Quénia, aqui em 1973 (esquerda) e 2000 (direita).

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A desflorestação também prevalece na Floresta Atlântica da América do Sul no Paraguai – aqui em 1973 (esquerda) e em 2008 (direita).

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Esta área da Rondônia, no Brasil, foi fortemente desflorestada entre 1975 (esquerda) e 2009 (direita).

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Bem como a Floresta de Baban Rafi, entre 1976 (esquerda) e 2007 (direita).

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Estas imagens mostram a desflorestação da Floresta Mount Quénia no Quénia, em 1976 (esquerda) e 2007 (direita).

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As alterações climáticas também começaram a ter maior impacto nos glaciares nos anos de 1970. Segue-se uma fotografia do Glaciar Qori Kalis no Peru em 1978 (esquerda) e outra em 2011 (direita).

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Estas imagens documentam o derretimento de gelo no Equador, entre março de 1986 (esquerda) e fevereiro de 2007 (direita).

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A partir da década de 1980, a NASA também passou a documentar a redução da dimensão de lagos em todo o globo, começando com esta fotografia do Parque Nacional Great Sand Dunes no Colorado em 1987 (esquerda). O mesmo parque em 2011 (direita).

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O Aral Sea na Ásia Central diminuiu drasticamente entre 2000 (esquerda) e 2014 (direita).

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Bem como o reservatório Elephant Butte no Novo México. As fotografias em 1994 (esquerda) e novamente em 2013 (direita).

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Rios têm diminuído no Arizona e Utah também – estas imagens comparam-nos entre março de 1999 (esquerda) e maio de 2014 (direita).

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O lago Mar Chiquita na Argentina diminuiu significativamente entre 1998 (esquerda) e 2011 (direita).

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A desflorestação continuou com o passar do tempo, como evidenciado por este par de imagens da Floresta de Mabira no Uganda em 2011 (esquerda) e a mesma área cinco anos depois (direita).

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As secas também afetaram os EUA intensamente ao longo dos últimos anos. Seguem-se três imagens (Kansas) tiradas em 2010 (esquerda), 2011 (meio) e 2012 (direita).

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O lago Urmia, no Irão, retratado em julho de 2000 (esquerda) e novamente em julho de 2013 (direita).

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